Mães serão contratadas para trabalhar nos protocolos volta às aulas em São Paulo

Em uma louvável iniciativa, a prefeitura de São Paulo abriu inscrição para contratar 4.590 mães, com idades entre 18 e 50 anos e que estejam desempregadas, para trabalhar no Programa Operação Trabalho (Volta às Aulas). A ideia é que essas mulheres colaborem com a aplicação do reforço sanitário, visando manter o distanciamento entre os alunos nas escolas, para prevenir o contágio do coronavírus.

O contrato terá validade de 6 meses, com salário de R$1.150,00 e carga horária de 6h por dia. “O programa admitirá mães de alunos de escolas públicas ou mulheres que morem nas comunidades onde elas estão situadas”, diz a nota. Com isso, além da contribuição para prevenção da doença, elas estarão garantindo uma renda, nesse momento de crise pandêmica. A iniciativa é uma parceria entre as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SMDET) , Saúde e da Educação.

Esse é um bom exemplo que outras prefeitura do país, poderiam copiar. Além de estarem ajudando na renda dessas famílias, incluiriam essas mulheres nesse processo de conscientização e colaboração para evitar a agravamento dessa pandemia. Principalmente nas escolas das comunidades onde estão inseridas, junto aos filhos e professores.

Especialmente num país, onde os descaso do governo federal (desdenhando da pandemia no primeiro momento e agora a demora na compra de vacina) e a imprudência de boa parte da população (se aglomerando em farras desnecessárias), têm contribuído para o aumento de contaminação e morte de milhares de pessoas, toda ação que vise minimizar a proliferação dessa doença, é bem vinda.

De acordo com o Programa da capital paulista, cada escola manterá três mulheres selecionadas pelo projeto. As quais “serão responsáveis pelo monitoramento do cumprimento das normas de distanciamento social, uso correto da máscara e do álcool gel, apoio às boas práticas de higienização e segurança como aferição de temperatura, higienização de equipamentos escolares e ambientes de uso coletivo”.

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Critérios para contratação

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Diz o projeto, que para se candidatar às vagas, serão necessários cumprir alguns critérios: ‘estar desempregada há mais de quatro meses e ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa da família. A triagem das candidatas será feita pelos técnicos do (Cate) Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo’.

Outros critérios são: ter entre 18 e 50 anos; morar na capital paulista; estar desempregada há mais de quatro meses e não estar recebendo seguro-desemprego; ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa da família; estar com a situação cadastral do CPF regular junto à receita federal; entregar autodeclaração de inexistência de doenças preexistentes e não pertencer aos grupos de risco da covid-19.

As selecionadas, esperamos que sejam por critérios justos, serão convocadas em horário marcado, para entregar os documentos necessários. São eles: RG, CPF, carteira de trabalho e comprovante de residência.

Também elas serão capacitadas através de um curso on-line, orientadas pela Escola Municipal de Educação Profissional e Saúde Pública, Professor Makiguti, para atuar na função. Além disso, durante o período de permanência no Programa, as contratadas deverão cumprir 24 horas mensais de qualificação profissional no Portal do Cate, no endereço eletrônico… cate.prefeitura.sp.gov.br.

*Crédito da Foto: Reprodução Internet


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